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A condução do pensamento: asas ou algemas?

As benéficas consequências, se tivermos sempre bom ânimo, serão patentes, na medida em que nos sentiremos fortalecidos pela Divina Autoridade de Jesus

Mentalizemos a todo instante o melhor possível, isto é, o Bem para os outros e para nós – Foto: Divulgação

A tradição popular ensina que “pensamento é força”. Logo, caros amigos que me leem com atenção: mentalizemos a todo instante o melhor possível, isto é, o Bem para os outros e para nós. As benéficas consequências, se tivermos sempre bom ânimo, serão patentes, na medida em que nos sentiremos fortalecidos pela Divina Autoridade de Jesus, que jamais esmoreceu diante das provações e nos inspira a vencê-las com Ele.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. paivanetto@lbv.org.br – www.boavontade.com

Em Nos Domínios da Mediunidade, o Espírito André Luiz, por intermédio do sensitivo Chico Xavier (1910-2002), registra valioso esclarecimento de um mentor espiritual a respeito da importância de educarmos nossa mente em conformidade com a senda correta do Amor de Deus:

“Vigiemos o pensamento, purificando-o no trabalho incessante do bem, para que arrojemos de nós a grilheta capaz de acorrentar-nos a obscuros processos de vida inferior.
“É da forja viva da ideia que saem as asas dos anjos e as algemas dos condenados. (…)
“Meus amigos, crede!…
“O pensamento puro e operante é a força que nos arroja do ódio ao amor, da dor à alegria, da Terra ao Céu
“Procuremos a consciência de Jesus para que a nossa consciência Lhe retrate a perfeição e a beleza!…
“Saibamos refletir-Lhe a glória e o amor, a fim de que a luz celeste se espelhe sobre as almas, como o esplendor solar se estende sobre o mundo”. (Os destaques são meus.)
Que assim seja! Por isso, na Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, cultivamos a Sintonia Tríplice com Jesus: a do Bom Pensamento, da Boa Palavra e da Boa Ação.
O piloto e escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944) avisou a quem o quisesse escutar: “Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas”.
Essas palavras do autor de O Pequeno Príncipe são um sério alertamento aos sedutores irresponsáveis.
Diante disso, só um louco fará a sementeira do mal, de que desesperadamente se arrependerá depois.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br – www.boavontade.com
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