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Saldo de empregos volta a subir e inadimplência segue em queda em Nova Mutum-MT

Nova Mutum criou 239 novos postos de trabalho em setembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número foi impulsionado pelos setores de serviço e comércio, que registraram saldo de 79 e 62 empregos, respectivamente. Todos os setores da economia admitiram mais do que desligaram.

Com o fechamento de setembro, Nova Mutum alcançou 1.844 novos postos de trabalho em 2021. Destaque para os setores da indústria e serviços, que juntos perfazem um saldo de 970 empregos.

“Mais um mês em que verificamos crescimento na geração de empregos em Nova Mutum. Diferente de boa parte do País, nessa região os números do Caged são extremamente satisfatórios, uma vez que a população ativa está praticamente toda empregada. Por outro lado, as empresas sentem a falta de mão de obra, principalmente a qualificada”, comenta o presidente da CDL, Ronnie Sfredo.

VENDAS – Conforme dados do SPC Brasil, as vendas em Nova Mutum registraram queda no mês de setembro. Na comparação com setembro de 2020, verificou-se queda de 5,46% nas vendas dos setores de comércio e serviços. Já na comparação com agosto de 2021, a queda foi ainda maior, de 9,06%.

“Isso é resultado da pressão inflacionária que estamos vivenciando, forçada pela pandemia que obrigou empresas, principalmente do setor industrial, a paralisarem suas operações. Esse cenário diminuiu substancialmente a oferta, ocasionando desequilíbrio frente à demanda que foi mantida e até impulsionada pelos estímulos econômicos”, analisa o presidente da Acenm, Lirio Vitalli.

INADIMPLÊNCIA – Em Nova Mutum a inadimplência do consumidor continua em queda. Setembro fechou com 0,44% de redução, na comparação com o mês anterior. Já na comparação anual (setembro de 2020) a queda foi ainda maior, apresentando 8,92%.

“Estamos nos aproximando de números de 2019, período pré-pandemia. Isso é muito bom. O mundo ideal seria termos inadimplência zero, mas isso não existe”, avalia o gerente executivo da Acenm/CDL, Rodrigo Rigoni.

Assessoria

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