SUPERPEÇAS

Mauro Mendes emitiu um comunicado aos fornecedores de Mato Grosso, aonde diz que assumiu o governo no último dia primeiro de janeiro, com restos a pagar na ordem de R$ 3,9 bilhões.

Os números se tornaram públicos na última semana, após transparência ao cenário econômico e de gestão que foi encontrado no Estado.

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São empresas e prestadores de serviço dos mais variados segmentos, que mantêm toda a estrutura do Estado em pleno funcionamento. Desde serviços básicos e importantes como limpeza, alimentação e fornecimento de material de expediente, a compra de medicamentos, locação de viaturas e prestação de serviços médicos e hospitalares.

Os restos a pagar estão acima da capacidade econômica atual e, por isso, medidas drásticas estão sendo tomadas e aguardam a aprovação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Entre as medidas estão o corte no número de cargos comissionados, de gratificação e contratados; a redução de 24 para 15 no número de secretarias e a extinção de seis empresas públicas; a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual, que estabelece normas de finanças públicas que propiciarão a contenção do déficit financeiro, reequilíbrio entre receitas e despesas e recuperação da capacidade de investimento público.

Mauro propõe também o aumento na contribuição do setor do Agronegócio, com o Novo Fethab, bem como outros ajustes na Tributação para a elevação da receita. “Iremos implementar um gigantesco programa de combate à sonegação fiscal“.

Todas essas medidas visam o reequilíbrio financeiro do Estado, com a contribuição de todos os setores da sociedade. “Nossa expectativa é que, se tudo for aprovado na Assembleia, possamos dar início ao processo de reorganização das contas públicas, com a entrada de mais recursos financeiros nos cofres do Estado e a diminuição dos gastos públicos”. Disse Mauro.

“Com essas ações, queremos demonstrar aos senhores que estamos trabalhando para criar todas as condições necessárias para estancar o crescimento dos restos a pagar e dar início ao processo de quitação dos débitos, para que a população não sofra com a interrupção dos serviços públicos”.

Mauro segue falando que está tratando a situação com a seriedade que ela merece e há apenas uma forma que conhecemos para equacionar tudo isso: “É colocar Deus na frente e trabalhar”.

Contamos com a parceria e que depositem um crédito de confiança em nosso trabalho“. Concluiu Mauro Mendes.

Gcom-MT/Foto:Reprodução

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