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UFMT tem fornecimento de energia elétrica suspenso por falta de pagamento; seis contas em atraso

"Segundo a UFMT seis contas estão em atraso, sendo quatro do ano de 2018 e duas de 2019"

Não vai ter água para beber, água no banheiro e energia elétrica, que alimenta não só as salas de aula, mas os sistemas, completou a reitora.

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Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), campus Cuiabá — Foto: Denise Soares/G1

O fornecimento de energia elétrica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) foi suspenso nesta terça-feira (16) por falta de pagamento. Ao todo, segundo a instituição seis contas estão em atraso, sendo quatro do ano de 2018 e duas de 2019.

O valor da dívida com a concessionária de energia elétrica não foi informado.

Em nota, a UFMT informou que deve realizar uma reunião durante a tarde e emitir um comunicado sobre os avanços e resultados do encontro.

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Com o corte na energia, os estudantes e pesquisadores temem perder material e amostras de estudos em andamento.

Em março, o governo federal anunciou um bloqueio de 30% dos repasses. À época, a reitora da UFMT, Myrian Serra, afirmou que a instituição só teria condições para funcionar até o mês de julho, caso a situação não fosse revista.

“A UFMT pode parar. Com o recurso que temos a garantia de funcionamento no campus de Cuiabá é até julho. O corte inviabiliza que nós honremos com os nossos compromissos que são contratos geridos pela instituição”, explicou Myrian.

A média de custeio da UFMT é de aproximadamente R$ 90 milhões ao mês. Na conta entram os custos básicos, como água, luz, segurança do campus, internet e limpeza.

“Não vamos ter condições de funcionar porque questões básicas não poderão ser atendidas. Não vai ter água para beber, água no banheiro e energia elétrica, que alimenta não só as salas de aula, mas os sistemas, já que tudo é eletrônico”, completou a reitora.

Atualmente, a UFMT oferece 113 cursos de graduação, sendo 108 presenciais e cinco na modalidade a distância (EaD), em 33 municípios mato-grossenses. Possui 25.435 mil estudantes, distribuídos em todas as regiões de Mato Grosso.

G1

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