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Peritos coletam amostras no veículo do suspeito de matar professora em Nova Mutum

Politec identifica o corpo de homem encontrado sem cabeçaNo final da tarde desta quarta-feira (13) esteve no pátio da Delegacia Judiciária Civil de Nova Mutum, os peritos da POLITEC, realizando perícia no veículo de Alexandro Lautenschlaiger, suspeito matar a Professora Rosângela da Silva de 32 anos.

Foi colhido pelos peritos, amostras no interior do veículo, um reagente foi utilizado para apurar possíveis vestígios de sangue. “Encontramos algumas pequenas manchas no veículo, fizemos a coleta desse material, o próximo passo, a gente vai encaminhar esse material para o laboratório e vai ser feito o exame específico para verificar se é mesmo sangue humano”. Disse a perita Aline Vieira ao site Medio Norte Noticias.

Politec identifica o corpo de homem encontrado sem cabeçaAinda segundo a Aline, “O veículo apresentava bastante terra em seu interior, e ainda não é possível afirmar se foi ou não utilizado para o transporte do corpo de Rosângela”.

A causa da morte da vítima, ainda é uma incógnita, e essa informação fica a cargo do Instituto Médico Legal (IML). O crime gerou grande repercussão em Nova Mutum.

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Alexandro continua preso em Foz do Iguaçu no Paraná, desde que foi detido no dia 30 de Janeiro na região da tríplice fronteira. O mesmo, foi indiciado pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver.

Politec identifica o corpo de homem encontrado sem cabeça

Rosângela estava desaparecida há 13 dias, quando foi encontrada na noite de quinta-feira (07), numa região de mata, as margens da MT-249, aproximadamente 40 km de Nova Mutum, sentido São José do Rio Claro-MT.

Politec identifica o corpo de homem encontrado sem cabeça

A professora Rosângela da Silva, foi sepultada em Nova Mutum, o velório ocorreu durante à madrugada, e sepultamento ocorreu na manhã de sábado (09).

Politec identifica o corpo de homem encontrado sem cabeça

O perfil no Facebook da professora Rosângela Silva consta como “in memorian” (em memória).

O delegado Rodrigo Rufato, destaca que segue trabalhando no inquérito.

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