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Bolsonaro defende agricultura em terras indígenas e critica ICMS

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar hoje a CPI da Pandemia, o Tribunal Superior Eleitoral e defendeu a inclusão de áreas indígenas no sistema de produção do agronegócio. Ele também criticou a falta de unificação das alíquota de ICMS e negou que o Governo Federal tenha responsabilidade nos altos preços do gás de cozinha e da gasolina. As declarações foram feitas em discurso em Cuiabá, onde ele cumpre agenda na manhã desta quinta-feira.

Bolsonaro chegou à capital de Mato Grosso pouco antes das 10 horas da manhã e foi recebido aos gritos de ‘mito’ por centenas de manifestantes. Sem usar máscaras, ele cumprimentou apoiadores, posou para fotos e depois seguiu para o Hotel Fazenda, onde participa de um seminário promovido pela Fundação Nacional do Índio (Funai).

Acompanhado da ministra Agricultura, Teresa Cristina, do governador Mauro Mendes, lideranças indígenas e vários políticos, o presidente falou por cerca de 10 minutos. Destacou que tem buscado a previsibilidade nas ações envolvendo a demarcação de terras indígenas e a preservação dos direitos de quem vive nas áreas rurais – incluindo a facilitação do acesso a armas. Segundo ele, esses seriam os motivos para as críticas que recebe fora do país.

“Isso (a atuação do Governo) pesa contra a gente. O mundo inteiro me ataca. Porque o mundo quer que nós nos transformaremos num grande parque nacional”.

Bolsonaro disse que hoje 14% do território brasileiro está demarcado como terras indígenas, uma área superior a dos Estados que integram a região Sudeste (SP, MG, RJ e ES). Para ele o país ganhará com o uso comercial dessas áreas.

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“Imagine se nós pudéssemos trabalhar nessa terra com a aquiescência dos próprios indígenas. Hoje 8% do território nacional são voltados a agricultura e 22% para pecuária. Se eles (índios) assim o desejar incluir suas terras será muito bom”.

Agora MT

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