Após alta de mais de 8%, governo notifica varejistas por preço da cesta básica

Os itens que mais apresentaram alta no acumulado em 2020 foram feijão (12,12%), leite (22,99%), tomate (12,38%), óleo (18,63%) e arroz (19,25%).

Após registrar alta de mais de 8% de janeiro a agosto na cesta básica, o governo tenta frear o aumento no preço dos produtos e busca diálogo com representantes do setor. Em agosto, dos 13 alimentos essenciais, 11 ficaram mais caros.

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, notificou na quarta-feira (9) cooperativas e varejistas para explicar o aumento dos produtos da cesta básica que compõem a cesta básica, como arroz, feijão, leite e óleo de soja.

De acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os itens que mais apresentaram alta no acumulado em 2020 foram feijão (12,12%), leite (22,99%), tomate (12,38%), óleo (18,63%) e arroz (19,25%). As únicas baixa apresentadas na cesta básica durante este período foram na carne (1,89%) e na banana da prata (0,73%).

Segundo o IBGE, os itens que apresentaram maiores altas no mês de agosto foram a carne (3,33%), leite (4,84%), tomate (12,98%), óleo (9,48%) e o arroz (3,08%). Os alimentos que seguiram na contramão da alta dos preços foram o feijão (5,85%), banana prata (7,54%) e a batata inglesa (12,40%).

Devido ao cenário, a Associação Paulista de Supermercados (APAS) pediu aos supermercados associados que não façam estoque destes produtos devido a alta demanda.

Após alta de mais de 8%, governo tenta diminuir o preço da cesta básica

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CNN- Brasil

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