Advogado de defesa de MC Poze alega falta de provas e defende “liberdade artística” – MEDIO NORTE NOTICIAS
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Advogado de defesa de MC Poze alega falta de provas e defende “liberdade artística”

Para o advogado de defesa, a prisão do MC “fere a liberdade artística e a liberdade de expressão”. Ele diz que prender o cantor devido à apresentação musical no baile funk é uma forma de discriminar “a liberdade artística”.

Foto: Portal Sorriso

O advogado de defesa do MC Poze do Rodo, José Estevam Macedo Lima, em entrevista à equipe da TV Sorriso, disse que a Justiça não tem provas para manter a detenção do cantor e defende a “liberdade artística”. Poze e quatro supostos organizadores do baile funk seguem no Centro de Ressocialização de Sorriso (CRS) até a realização da audiência de custódia que deverá ocorrer nesta segunda-feira (30).

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MC Poze, que fazia apresentação no local, reside no Rio de Janeiro. Devido parte das suas letras fazer menção a crimes e até mesmo ao Comando Vermelho, ele foi indiciado por apologia ao crime após o baile realizado em Sorriso.

Para o advogado de defesa, a prisão do MC “fere a liberdade artística e a liberdade de expressão”. Ele diz que prender o cantor devido à apresentação musical no baile funk é uma forma de discriminar “a liberdade artística”.

Porém, pela legislação brasileira, enaltecer, exaltar ou até mesmo elogiar um traficante é considerado crime. A apologia ao crime ou criminoso prevê prisão de 3 a 6 meses ou multa. A pena pode se agravar quando, por exemplo, o criminoso, além de fazer apologia, estiver com armas ou explosivos.

Mas, na festa realizada em Sorriso, na madrugada de sábado (28), em um clube alugado na rua Tangará, no bairro Industrial, o MC Poze não foi flagrado com nenhuma espécie de arma de fogo. Ele foi levado para o CRS ainda no sábado juntamente com quatro supostos organizadores do baile funk, com idades entre 40, 30 e 20 anos.

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“O MC Poze não é organizador de evento. Ele foi contratado para uma apresentação artística. Os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores não podem ser imputados a ele [cantor] porque não existe suporte probatório mínimo. Isso não é verdade. Ele foi enquadrado como se fosse o produtor do evento, mas o evento não foi produzido por ele”, reforçou o advogado.

José Estevam Macedo Lima informou, ainda, que uma equipe participará da audiência de custódia, onde será pedida a liberdade provisória do MC Poze e a substituição da prisão por medidas cautelares.

“Acreditamos que o juiz competente não tem elementos para manter a prisão dele. Vamos lutar pela liberdade dele. Poze tem emprego, tem uma profissão, é um MC reconhecido, tem bons antecedentes”, ressaltou.

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Conforme o advogado, MC Poze não tem passagem pela polícia. Porém, conforme reportagem exibida pela Record nacional, em janeiro deste ano (veja AQUI), o cantor passou a ter a sua conduta investigada pela 34ª DP (Bangu) por fazer apologia ao crime em bailes funks no Rio de Janeiro, onde reside.

PC Moze e os demais suspeitos foram presos  em uma operação foi deflagrada pela Polícia Militar em conjunto com a Polícia Judiciária Civil (PJC) e o Conselho Tutelar.

“No local [festa] os policiais presenciaram consumos de bebida alcoólica por menores de idade, consumo de droga generalizado nas mesas, nos banheiros, também foi presenciado os cantores idolatrado uma facção criminosa Assim como incitando a prática de crimes”, informou o delegado André Ribeiro.

Portal Sorriso

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